Quando a comunicação e a tecnologia se encontram

Gustavo Ferreira 07/12/2008

Durante os primeiros momentos no CTI eu acreditava que queria ser um programador, alguns meses depois, eu já tinha minhas dúvidas, mas gostava muito de tudo o que aprendia naquele colégio.

No segundo ano, quase desisti, pois passei a me interessar mais em aspectos da vida humana, o comportamento das pessoas e coisas do gênero, mas mesmo assim, segui em frente para concluir meu curso, afinal de contas havia estudado meses e meses para passar no vestibulinho.

No terceiro e último ano, eis que me surge a oportunidade de fazer meu projeto para uma creche, sendo a minha parte o desenvolvimento de jogos pedagógicos (em Action Script) o que me interessou muito, pois mexia com criação e para criar é preciso entender o que se passa na cabeça das pessoas para então saber como elas vão interagir (ou não) com a sua criação. Era a união de criação, educação e solidariedade. Era tudo o que eu queria!

Lá fui eu então… No primeiro ano já havia aprendido HTML, Dreamweaver, Fireworks, efeitos em Flash e um pouco de Action Script… ralei muito… mas foi um sucesso o projeto.

Nesse meio tempo, eu já sabia que não queria ser um programador, mas entendia que conhecer esse outro lado me ajudaria muito já que a tecnologia avançava cada dia mais e cada dia mais os processos (até mesmo de relacionamento, e principalmente eles) se tornavam digitais.

Foi então que eu estudei, pesquisei, conversei, avaliei e decidi que o meu futuro era a área de comunicação.
Pronto, lá ia eu fazer Relações Públicas na Unesp de Bauru.

Algumas pessoas achavam uma mudança drástica de área (no início, até eu achei), mas então vi que eu estava apenas começando um processo de complementar minha formação agregando conteúdos de áreas que eu me afinizo com aquilo que acontece no mundo segundo após segundo.

Abraços!

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